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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

FILHOS BASTARDOS



FILHOS BASTARDOS

Muitas vezes, temos ouvido falar de casos de Processos de Reconhecimento de Paternidade, impetrados por mulheres, e, até por homens, por causa de algum tipo de envolvimento extraconjugal, ou, suspeita de adultério. E isso sempre causa uma série de constrangimentos, entre todos os que estão envolvidos abala os relacionamentos afetivos, causa rachaduras nos casamentos, crises conjugais sem precedentes, enfim, “são muitas águas que passam por debaixo dessa ponte.”

Queremos falar de um assunto que causa muito sofrimento às pessoas envolvidas nesses casos: Filhos bastardos. Mas, o que são filhos bastardos? Segundo o dicionário da língua portuguesa, “bastardo” é o nome designado a um filho gerado fora do matrimônio, degenerado da espécie (família) a que pertence, ou, modificado, diferente da espécie ordinária ou primitiva. (isso também quer dizer: matriz familiar alterada) “No Princípio, Deus criou os céus e a terra... E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...” (Gn 1.1a, 26a) Pronto. Estava criada a mais perfeita criatura, a “coroa da criação” de Deus.

E Deus plantou um jardim no Éden, e pôs o homem ali, e deu-lhe, ali, ordens expressas que deveria cumprir, sob pena de morrer, se ele viesse a desobedecê-las. E ele desobedeceu!!!!! E o homem, que era filho de Deus, por causa do pecado, morreu espiritualmente, e consequentemente, foi afastado do seu Criador. Tornou-se uma espécie degenerada, modificada, diferente da espécie ordinária ou primitiva, ou seja, filhos espirituais, como os anjos; tudo isso por causa do pecado da desobediência. Agora, o homem deixou de ser filho “legítimo” e passou a ser um filho “bastardo”, não reconhecido pelo Pai.

A Bíblia Sagrada registra a história de dois homens, filhos de seus pais com outras mulheres, ou seja, de relacionamentos extra-conjugais. Um deles era filho de Gideão, com uma prostituta de Siquém: “E sua concubina que estava em Siquém, lhe deu também um filho; e pôs-lhe por nome Abimeleque.” (Jz 8.31)

Este homem, depois da morte de seu pai, sabendo que não teria sorte, nem herança entre os seus irmãos, ajuntou-se com os parentes de sua mãe e matou os seus meio-irmãos, setenta filhos de Gideão, que teve de suas muitas mulheres, para que pudesse reinar sozinho, entre o seu povo.

Outro, Jefté, também era filho de Gileade com uma prostituta, e, além de não ser reconhecido pelo seu pai, também foi rejeitado pelos seus meio-irmãos, filhos legítimos de Gileade, seu pai: “Era, então, Jefté, o gileadita, valente e valoroso, porém filho de uma prostituta; mas Gileade gerara a Jefté. Também a mulher de Gileade lhe deu filhos, e, sendo os filhos desta mulher já grandes, repeliram a Jefté e lhe disseram: Não herdarás em casa de nosso pai, porque és filho de outra mulher.” (Jz 11.1, 2) Já o varão, Jefté, preferiu fugir e se distanciar de seus irmãos.

Existem muitos filhos “bastardos, em todo o mundo, e sob diversos pretextos, vivem de maneira dissoluta as suas vidas, mergulhados no pecado, cometendo toda sorte de abominações, e, ainda assim, se dizem filhos de Deus. Entretanto, vivem alienados de Deus, por causa de suas más obras: “Mas as vossas iniqüidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.” (Is 59.2) Existe até uma citação popular, muitas vezes escritas em para-choques de caminhões, que diz: “Não sou o “dono do mundo, mas, sou o filho do Dono.”

Todos, na verdade, sentem o desejo de serem filhos de Deus, porém, não querem pagar o preço para ter esse grande privilégio. Alguns até chegam a dizer que têm Deus no coração, no entanto, são pecadores contumazes, que não querem ter nenhum conhecimento de Deus; antes, irritam-no com suas atitudes, desprezando o Senhor, a fonte das águas vivas Jr 2.13; 17.13), e, como diz o Apóstolo Paulo: “pois mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém!” (Rm 1.25)

Quando a Palavra de Deus fala de honrar e servir, quer dizer, invocar, depositar sua fé e confiança, em coisas criadas pelo próprio Deus, e em semelhança das criaturas fictícias engendradas pela sua própria imaginação, dando-lhes nomes e prostrando-se diante delas e rendendo-lhes culto, não sabendo que, com essa atitude, estão adorando os demônios (Lv 17.7; 2Cr 11.15; Dt 32.16-18), afrontando e desprezando o Deus, que é o verdadeiro Pai e Criador, e o sustentador do Universo. “Vós tendes por pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde

o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira. (Jô 8.44)

Esta declaração de Jesus coloca em xeque todos os que caminham nessa prática, alguns por ignorância, ou, a falta do conhecimento de Cristo, outros, por não querer submeter-se ao senhorio de Deus, nem reconhecem a Sua Soberania e a Sua vindicação como Criador e Pai de todos: ”Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e em todos.” (Ef 4.5, 6)

Tudo é uma questão de fé e de obediência. “Filho meu, não desprezes a correção do Senhor e não desmaies quando, por ele, fores repreendido; porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois, então, bastardos e não filhos.” (Hb 12.6-8) É o que a Palavra de Deus afirma. Se o filho não quer submeter-se à obediência ao Pai, se ele está sem correção, sem nenhum tipo de disciplina que faça com que ele produza obras de justiça, então, ele é um “bastardo”, filho degenerado, e não reconhecido pelo Pai Celestial.

Mas, temos uma Palavra de Deus para você, pela qual você poderá obter o desejado reconhecimento da paternidade de Deus, que vai torná-lo participante das bênçãos vindouras da eternidade, através da Salvação em Cristo Jesus: “Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.” (Jô 1.12, 13)

Como isso é possível? É necessário experimentar o “novo nascimento”: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus. Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus.” (Jô 3.3, 5)

O que é necessário fazer: “...a saber: Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.” (Rm 10.9, 10)

Esta é a única maneira de sermos recebidos como filhos de Deus: Através de Jesus Cristo, o seu Unigênito. “E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado.” (Ef 1.5, 6)

Leia: (Rm 8.15, 23; 9.4; Gl 4.5, 6)

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